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segunda-feira, 23 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
JOGOS DA PRIMAVERA 2013
RESULTADOS COLÉGIO SEPAM
GRUPO I MASCULINO
- Individual:
1º Lugar - Matheus Wozniaki
2º Lugar - Lucas Milléo
- Geral:
1º Lugar
GRUPO II MASCULINO
- Individual:
1º Lugar - Guilherme Macedo
2º Lugar - Geovani Broday
3º Lugar - André Pedroso
- Geral:
1º Lugar
GRUPO II FEMININO
- Geral:
3º Lugar
domingo, 8 de setembro de 2013
JOGOS ESCOLARES DA JUVENTUDE - NATAL 2013
PR - 1º Lugar no FEM
Atleta Lara Carolina Malanowski
Técnico Lucas Silvestre Borges
Equipe do Paraná com o Secretário
Classificação Completa: AQUI
sábado, 31 de agosto de 2013
3ª Etapa Circuito de Ponta Grossa de Xadrez Rápido
Equipe do Colégio SEPAM no Circuito de Ponta Grossa, principais resultados do 1º dia de competição:
Sub 08 - Leonardo Hisao Herai Borges 1º Lugar
Sub 12 - Lucas Dolatto Milléo 1º Lugar e Gustavo Martins 2º Lugar
Sub 08 - Leonardo Hisao Herai Borges 1º Lugar
Sub 12 - Lucas Dolatto Milléo 1º Lugar e Gustavo Martins 2º Lugar
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
domingo, 4 de agosto de 2013
2ª Etapa do Circuito dos Campos Gerais
Resultado Geral - AQUI
Realizado no dia 04 de agosto de 2013 na cidade de Piraí do Sul a 2ª Etapa do Circuito de Xadrez Rápido dos Campos Gerais 2013 - FEXPAR.
Realizado no dia 04 de agosto de 2013 na cidade de Piraí do Sul a 2ª Etapa do Circuito de Xadrez Rápido dos Campos Gerais 2013 - FEXPAR.
Principais Resultados dos alunos SEPAM na competição:
- Sub 08 M: Prata para Leonardo Herai Borges
- Sub 12 M: Prata para Lucas Milléo
- Sub 14 F: Prata para Lara Malanowski
- Sub 16 F: Ouro para Gláucia Dias
- Sub 18 M: Prata para Gilmar Ceregato
- Absoluto: Prata para André Pedroso
- Feminino: Prata para Lorena Calixto
Este evento todos os participantes jogam entre si, ou seja, todas as categorias juntas num único torneio, com premiação separada após o término.
Este evento serviu como retorno das férias e início dos treinos para o 2º Semestre. Nossas próximas competições são: A Final dos Jogos Escolares do Paraná - Categoria A 15 a 17 anos em Foz do Iguaçu; Circuito de Ponta Grossa; Jogos da Primavera.
att
Prof Lucas Borges
domingo, 21 de julho de 2013
A história do Campeonato Brasileiro Feminino
REVISTA MEIO JOGO – 4ª EDIÇÃO
Na 4ª edição da Revista Meio Jogo, escrevo sobre a história do Campeonato Brasileiro Feminino: curiosidades e fatos dos 55 anos das competições nacionais. Com base no livro “Epopéia do Campeonato Brasileiro de Xadrez 1927-2008”, por Waldemar Costa (Editora Solis) e conversas de bastidores, discorri sobre os números e sistemas utilizados nos campeonatos brasileiros até os dias atuais.
SIMPLESMENTE SUSAN POLGAR
Publicado em por Ellen Giese
Susan Polgar, a primeira mulher Grande Mestre do mundo, começou a jogar xadrez por acidente: “Eu estava procurando por um brinquedo novo e encontrei o jogo de xadrez.” Se apaixonou pela forma das peças e os problemas de xeque-mate viraram diversão.
Fonte: http://xadrezfeminino.wordpress.com/2013/07/20/simplesmente-susan-polgar/
Susan Polgar, a primeira mulher Grande Mestre do mundo, começou a jogar xadrez por acidente: “Eu estava procurando por um brinquedo novo e encontrei o jogo de xadrez.” Se apaixonou pela forma das peças e os problemas de xeque-mate viraram diversão.
Susan tinha 4 anos de idade!!!
Seu sucesso repentino em torneios em Budapeste a fez ser considerada um verdadeiro “prodígio”.
Como era a rotina de estudos de Susan?
* Problemas resolvidos para melhorar suas habilidades táticas e cálculo
* Análise de partidas de mestres para entender as diferentes estratégias
* Memorização de partidas e jogar xadrez vendada para melhorar suas habilidades de visualização
* Estudou muitos finais
* Jogou muitas partidas de treino com familiares e amigos
* Participou regularmente dos torneios de clubes de xadrez
* Análise de partidas de mestres para entender as diferentes estratégias
* Memorização de partidas e jogar xadrez vendada para melhorar suas habilidades de visualização
* Estudou muitos finais
* Jogou muitas partidas de treino com familiares e amigos
* Participou regularmente dos torneios de clubes de xadrez
Mesmo Susan sendo considerada uma jogadora “top”, foi deixada de fora de muitos torneios devido ao fato de ser mulher. Sua experiência mais dolorosa foi quando ela teve a chance de competir o Campeonato Mundial de Xadrez Masculino negada, mesmo após conseguir a vaga pelo campeonato absoluto da Hungria, com a desculpa que o torneio era somente para homens e ela não poderia representar o seu país. Desde então, Susan tem lutado incansavelmente pela igualdade dos sexos no xadrez e, no congresso da FIDE de 1986, ela finalmente conseguiu mudar oficialmente o nome do evento (retirando a palavra “homens” do título).
Qual a sua receita de sucesso? “O amor pelo jogo em primeiro lugar, a disciplina, perseverança e motivação”.
Em 2002, Susan fundou a Fundação Susan Polgar, uma organização sem fins lucrativos para promover o xadrez como uma ferramenta educacional, especialmente entre as meninas. Ela também é o diretora do SPICE, o Instituto Susan Polgar para Excelência de Xadrez.
“Eu acredito que o xadrez é uma grande oportunidade. Se você jogar apenas para se divertir ou jogar competitivamente, você pode melhorar suas habilidades mentais e também aprender muitas coisas que pode levar para a vida. Além disso, você pode usar o xadrez para abrir as portas para um futuro melhor”.
Susan Polgar realmente fez a diferença no mundo e é inspiração para todas as enxadristas.
Leia a entrevista de Susan Polgar para Renata Holcmann na íntegra em Chess Daily News. Vale muito a pena!
Fonte: http://xadrezfeminino.wordpress.com/2013/07/20/simplesmente-susan-polgar/
Benefícios do xadrez para a capacidade intelectual
O pequeno Henry Arauz, de 7 anos, campeão da região central de Cochabamba, Bolívia (Fotos: Efe)
Segundo uma lenda muito popular sobre o xadrez, um rei quis recompensar seu inventor fazendo o que ele quisesse. O sábio “somente” pediu um grão de cereal pela a primeira casa do tabuleiro, o dobro pela seguinte e assim sucessivamente, até a última. Assim, o monarca comprovou que não havia cereal suficiente em seu reino para recompensar o criador do jogo.
Leia mais:
Os benefícios para o intelecto do jogo de reis, bispos e peões não são tantos como os da lenda, mas sua quantidade aumenta sem cessar, segundo as últimas pesquisas.
Um estudo pioneiro na Europa, em que participou um grupo de estudantes de centros escolares de Madrid (Espanha), revelou os benefícios do xadrez no tratamento de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) infantil.
Dirigido pelo psiquiatra Hilario Blasco, do Centro de Saúde Mental de Collado-Villalba e Luis Blasco, presidente do “clube Xadrez 64”, o projeto “Xeque Mate ao TDAH” detectou melhoras escolares e de comportamento das 44 crianças e adolescentes que participaram de um primeiro experimento piloto com o xadrez.
Segundo os responsáveis pelo projeto, os estudantes receberam durante três meses, uma hora por semana, aulas de xadrez acompanhadas de uma série de exercícios e orientações, adaptados a estas crianças, que tendem a ser mais inteligentes do que o normal, ainda que muitas vezes falham na escola e têm um risco elevado de realizar atividades perigosas.
Segundo o doutor Hilario Blasco, nenhuma das crianças deixou este “programa específico de xadrez, que produz melhorias no comportamento em casa, nas notas da escola, sobretudo em Matemática, na sociabilidade e uma redução das consultas médicas”.
Bálsamo para a hiperatividade
Os pais dos participantes também notaram que seus filhos conseguem se concentrar mais e pensar mais tempo em seus deveres escolares sem ter nenhuma interrupção, segundo os autores, que explicaram que “as crianças que mais jogam xadrez parecem ser os que mais melhoram; há um efeito de resposta à dose”.
Eles acrescentam que o jogo de 64 casas mostrou múltiplos benefícios no desenvolvimento da capacidade intelectual e na inteligência emocional, e no rendimento escolar da maioria das crianças e jovens que o praticam, mas este estudo é pioneiro em explorar seus benefícios em um transtorno específico como o TDAH.
Segundo outro trabalho da Faculdade de Psicologia, da Universidade de La Laguna (Ilhas Canárias), a prática extraescolar continuada do xadrez melhora, nos estudantes de 6 a 16 anos, a capacidade de captação (abstração) verbal, atenção, resistência à distração, organização perceptiva, análise, síntese, coordenação visual-motora, rapidez, planejamento e previsão.
Segundo seus professores, estes alunos estão mais satisfeitos com a escola e os professores se sentem mais satisfeitos consigo mesmos, os estudos agradam mais, têm uma maior confiança e segurança e são capazes de afrontar e resolver problemas.
“Estes efeitos são devido ao fato de que este jogo exige avaliar alternativas e ativa diferentes habilidades intelectivas juntas para poder projetar a estratégia que leva à vitória, que deve ser revista de acordo com as respostas do adversário”, segundo explicam especialistas da Universidade das Ilhas Canárias.
Na Armênia, onde o xadrez está muito enraizado na cultura e idiossincrasias nacionais, este esporte se converteu em um assunto nas escolas primárias porque as autoridades do país consideram que fomenta o desenvolvimento intelectual dos alunos e melhora suas habilidades de pensamento crítico.
Segundo o professor internacional de xadrez Malcolm Pein, diretor da organização britânica “Xadrez na escola e na comunidade” (CSC, por sua sigla em inglês), este jogo “não somente proporciona às crianças boas habilidades de pensamento e melhorar na concentração, na memória e no cálculo, mas também ensiná-los a assumir a responsabilidade por suas ações".
Tabuleiros nas aulas
Este famoso especialista em xadrez é um grande defensor do ensinamento do jogo nas escolas e recomendou recentemente às autoridades do Reino Unido que incluam uma aula semanal obrigatória na programação educativa para os alunos de seis e sete anos, uma idade em que “são mais capazes de entendê-lo”, segundo explicou.
Para Pein, este jogo ensina “comportamentos e normas sociais, é uma atividade bastante tranquila e disciplinada e pode permitir que se tornem atletas de primeira categoria (no xadrez) aquelas crianças que pouco são notadas em salas de aula, como podem ser os menores e ou os mais silenciosos”.
Assim mesmo, outros trabalhos realizados pelos pesquisadores universitários estadunidenses Robert Ferguson e Stuart Margulies, demonstraram os benéficos efeitos desta atividade tanto na criatividade, como na habilidade de leitura de aqueles estudantes que o praticam.
Por outro lado, de acordo com os estudos de Robert P. Freidland, publicados no “The New England Journal of Medicine”, e outras revistas científicas, os maiores de 70 anos que praticam atividades como o xadrez têm menos risco de sofrer de Alzheimer e outras demências senis e, em caso de desenvolvê-las, está em melhores condições para enfrentar essas doenças.
Segundo os pesquisadores americanos, praticar jogos como xadrez estimula áreas do cérebro que normalmente vão se atrofiando com a passagem dos anos.
Outro trabalho liderado pela doutora Caroline Demily, do Centro de Neurociência Cognitiva de Bron (França) mostra que os pacientes esquizofrênicos que jogam xadrez diariamente melhoram algumas de suas habilidades intelectuais, como a atenção, o planejamento e o raciocínio.
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